Igor Suga

Igor Saburo Suga é formado em Química Ambiental pela Universidade de São Paulo - IQUSP. Atua como professor de química do ensino médio e pré-vestibular desde 2008. Tem interesse por ciência e divulgação científica entre outras coisas. Seu Maior Talento: Aprendiz Este Talento adora aprender. Quase todos os assuntos o interessam. O que mais lhe agrada neste processo é conhecer o novo em profundidade. É emocionante cada descoberta feita não importa o resultado final nem o que vai fazer com ele. Sua energização vai crescendo na medida em que trilha o caminho que o conduz da ignorância à competência. Sua curiosidade o leva a engajar-se nos mais variados tipos de aprendizados que para outros não fazem o menor sentido. Da arte ao técnico tudo o fascina. Esta postura de aprendiz coloca leveza na sua vida porque tira a exigência da perfeição para quem está em processo. Necessariamente ele não precisa se tornar um profissional no assunto nem tão pouco é a titularidade que o motiva. É esta excitação que torna mais significante o próprio processo do aprendizado que lhe faz dedicar-se até chegar na reta final cheio de prazer. Como se comunica Pode-se dizer que sociabilidade é a marca mais forte do perfil de Igor Saburo. Sua habilidade para se comunicar com todos os tipos de pessoas é plenamente reconhecida em qualquer ambiente em que esteja. Igor Saburo Suga consegue criar uma atmosfera tão agradável a seu redor, que as pessoas têm prazer em se aproximar dele. Entusiasmo não lhe falta para realçar seu poder de persuasão e transmite confiança quando declara alguma coisa. Como Igor Saburo Suga não gosta de criar conflito ou assumir uma atitude de confrontação em situações mais tensas, é possível que exagere um pouco na sua extroversão, enfatizando os aspectos de interação pessoal e deixando de lado considerações mais objetivas.

ASTROBIOLOGIA

Continuando a com assunto da bactéria GFAJ-1 que tem caído na boca do povo por esses tempos, vamos falar sobre a tal da ASTROBIOLOGI.

Acredito que todos temos uma ideia do que é uma bactéria. Aquelas definições que nos eram passadas garganta abaixo no ensino médio: organismos unicelulares que não possuem núcleo organizado por um envoltório e assim chamados de procariontes. Possuem uma parede celular ao contrário das células animais e material genético único.

O que talvez seja “novo” é a questão da astrobiologia, pouco falada por essas terras tupininquins. Sendo assim, trago um pequeno fragmento sobre o assunto retirado do site da NASA.

About Astrobiology

Astrobiology is the study of the origin, evolution, distribution, and future of life in the universe. This multidisciplinary field encompasses the search for habitable environments in our Solar System and habitable planets outside our Solar System, the search for evidence of prebiotic chemistry and life on Mars and other bodies in our Solar System, laboratory and field research into the origins and early evolution of life on Earth, and studies of the potential for life to adapt to challenges on Earth and in space.

http://astrobiology.nasa.gov/about-astrobiology/


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Arsênio sustenta vida

Artigo interessante da RSC (Royal Society of Chemistry) sobre as novas descobertas em relação ao uso de Arsênio pela bactéria californiana GFAJ-1. Check this out!

Arsenic sustains life

03 December 2010

A microorganism that uses the toxic element arsenic instead of essential nutrient phosphorus to sustain growth and life has been discovered by US researchers and could help us understand how life on Earth evolved.

Arsenic is normally highly toxic to living organisms because it disrupts metabolic pathways and therefore isn’t normally considered one of the fundamental elements required for life on Earth, generally accepted to be carbon, hydrogen, nitrogen, oxygen, phosphorus and sulfur.

Organisms that chemically alter arsenic are known, but until now those that use arsenic to grow were unheard of. However, chemically arsenic behaves similarly to phosphorus, and now Felisa Wolfe-Simon from the Nasa Astrobiology Institute and colleagues who are part of a Nasa-funded research team, have discovered a bacterium that completely swaps phosphorus for arsenic and can incorporate it into its DNA.

 

GFAJ-1 bacteria

The GFAJ-1 bacteria used toxic arsenic in place of the essential nutrient phosphorus
© Science/AAAS

The team took samples from the toxic and briny Mono Lake in California that contained GFAJ-1 bacteria, part of the Halomonadaceae family of proteobacteria. They grew the bacteria in an artificial environment that mimicked the lake water, with the exception that the phosphorus that would usually be present was replaced by high concentrations of arsenic. Using radio-tracers the team followed the path of the arsenic in the bacteria and confirmed its presence using mass spectrometry and x-ray fluorescence spectroscopy, showing that it was being metabolised by the bacteria.

‘Our data suggests that arsenic is associated with the [bacteria's] DNA, the arsenic is present as arsenate, and that it’s in a structurally consistent environment to what we would expect phosphorus to be in, in DNA,’ Wolfe-Simon tells Chemistry World. ‘This is a new way to test hypotheses about life and is an example of how critical curiosity driven research can be,’ she adds.

‘This discovery has enormous impact in terms of studies on the adaptability of a living cell to extreme conditions,’ says Milva Pepi, a microbiologist from the University of Siena, in Italy. ‘The bacterium adapts well in the presence of arsenic, suggesting the still unknown potential of bacteria to adapt and maybe colonise environments such as the surface of new planets, offering insights for exobiology studies of life in other systems,’ he adds.

Wolfe-Simon believes that her team’s discovery has great significance. As well as offering insights into how life evolved, she explains that it be an important development in helping to deal with arsenic-contaminated drinking water, a particular problem in developing countries such as Bangladesh.

In the future, Wolfe-Simon hopes to be able to sequence the genome of GFAJ-1 and also plans to investigate whether any of the other vital elements could also be replaced.

Mike Brown

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ARSÊNIO

Na última semana o arsênio, que vem logo abaixo do fósforo no grupo 15 (ou família 5A – família do nitrogênio), teve seus momentos de fama em consequência das últimas pesquisas envolvendo bactérias e este elemento. De acordo com cientistas da NASA – a agência espacial americana – estas bactérias encontradas em lagos inóspitos da Califórnia podem sobreviver em locais com altas concentrações de arsênio e também incorporá-las em suas moléculas de DNA em substituição do fósforo.

Arsênio = As

Número Atômico (Z) = 33

Massa Atômica Relativa (ao 12C) = 74,922

Pesos atômicos IUPAC/ 97

Vamos investigar um pouco mais a respeito deste elemento.

PROPRIEDADES

Arsênio é um metaloide distribuído amplamente na crosta terrestre onde apresenta concentrações médias de 2,0 mg.kg-1 (2,0 ppm). Ocorre em quantidades traço em todas as rochas, solo, água e ar. Pode existir em quatro estados de oxidação: -3, 0, +3 e +5. Sob condições redutoras, arsenito (AsIII) é a forma dominante; arsenato (AsV), por sua vez, é geralmente a forma estável em ambientes oxigenados. Arsênio elementar (As0) não é solúvel em água, sendo que os sais formados por este elemento apresentam um amplo espectro de solubilidade, dependendo do pH e das características iônicas do ambiente.

A análise instrumental deste elemento pode ser feita de várias maneiras: AAS, AFS, ICP-AES, ICP-MS e voltametria.

FONTES E OCORRÊNCIA

Arsênio está presente em mais de 200 espécies de minerais, sendo o mais comum a arsenopirita.

Estima-se que cerca de 1/3 do fluxo atmosférico de arsênio seja de origem natural, onde as emissões vulcânicas são as fontes mais importantes.

Arsênio inorgânico de origem geológica é encontrado em águas subterrâneas usadas como água potável em algumas partes do mundo, como por exemplo, Bangladesh na Índia.

Processos de mineração, fundição de metais não ferrosos e a queima de combustíveis fósseis são as atividades industriais que mais contribuem para a contaminação de arsênio no ar, água e solo.

EFEITOS NA SAÚDE HUMANA

Compostos inorgânicos solúveis de arsênio são toxicantes agudos e a ingestão de altas doses acarretam em sintomas gastrointestinais, perturbação das funções dos sistemas cardiovasculares e nervoso e eventualmente, morte.

Texto retirado: Environmental Health Criteria

http://www.inchem.org/documents/ehc/ehc/ehc224.htm

 

Vídeo sobre o Arsênio e a bactéria – Periodic Table of Videos.

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A tal Geração Y

Se você ainda não sabe o que é tão falada “Geração Y”, dê uma olhada nessa matéria retirada da Revista Galileu com alguns comentários pertinentes. Ah! tem um video legal também!


Priscila só faz o que gosta. Francis não consegue passar mais de três meses no mesmo trabalho. E Felipe leva a sério esse papo de cuidar do meio ambiente. Eles são impacientes, preocupados com si próprios, interessados em construir um mundo melhor e, em pouco tempo, vão tomar conta do planeta.

Com 20 e poucos anos, esses jovens são os representantes da chamada Geração Y, um grupo que está, aos poucos, provocando uma revolução silenciosa. Sem as bandeiras e o estardalhaço das gerações dos anos 60 e 70, mas com a mesma força poderosa de mudança, eles sabem que as normas do passado não funcionam – e as novas estão inventando sozinhos. “Tudo é possível para esses jovens”, diz Anderson Sant’Anna, professor de comportamento humano da Fundação Dom Cabral. “Eles querem dar sentido à vida, e rápido, enquanto fazem outras dez coisas ao mesmo tempo.”

Folgados, distraídos, superficiais e insubordinados são outros adjetivos menos simpáticos para classificar os nascidos entre 1978 e 1990. Concebidos na era digital, democrática e da ruptura da família tradicional, essa garotada está acostumada a pedir e ter o que quer (não sei bem se isso é tão verdade assim, particularmente eu discordo, mas sei bem que isso acontece com vários da geração Y, ou melhor, os da geração X permitem que isso aconteceça). “Minha prioridade é ter liberdade nas minhas escolhas, fazer o que gosto e buscar o melhor para mim”, diz a estudante Priscila de Paula, de 23 anos. “Fico muito insatisfeita se vejo que fui parar em um lugar onde faço coisas sem sentido, que não me acrescentam nada.” (Pois é, isso é bem verdade!)

A novidade é que esse “umbiguismo” não é, necessariamente, negativo. “Esses jovens estão aptos a desenvolver a autorrealização, algo que, até hoje, foi apenas um conceito”, afirma Anderson Sant’Anna. “Questionando o que é a realização pessoal e profissional e buscando agir de acordo com seus próprios interesses, os jovens estão levando a sociedade a um novo estágio, que será muito diferente do que conhecemos.”

Nessa etapa, “busca de significado” é a expressão que dá sentido às coisas. Uma pesquisa da Fundação Instituto de Administração (FIA/USP) realizada com cerca de 200 jovens de São Paulo revelou que 99% dos nascidos entre 1980 e 1993 só se mantêm envolvidos em atividades que gostam, e 96% acreditam que o objetivo do trabalho é a realização pessoal. Na questão “qual pessoa gostariam de ser?”, a resposta “equilibrado entre vida profissional e pessoal” alcançou o topo, seguida de perto por “fazer o que gosta e dá prazer”. O estudo, desenvolvido por Ana Costa, Miriam Korn e Carlos Honorato e apresentado em julho, tentou traçar um perfil dessa geração que está dando problema para pais, professores e ao departamento de RH das empresas.

No trabalho, é comum os recém-contratados pularem de um emprego para o outro, tratarem os superiores como colegas de turma ou baterem a porta quando não são reconhecidos. “Descobrimos que eles não são revoltados e têm valores éticos muito fortes, priorizam o aprendizado e as relações humanas”, diz Miriam. “Mas é preciso, antes de tudo, aprender a conversar com eles para que essas características sejam reveladas.”

BERÇO DIGITAL § E essa conversa pode ser ao vivo, pelo celular, e-mail, msn, Twitter ou qualquer outra ferramenta de comunicação que venha a surgir no mundo. Essa é a primeira geração que não precisou aprender a dominar as máquinas, mas nasceu com TV, computador e comunicação rápida dentro de casa. Parece um dado sem importância, mas estudos americanos comprovam que quem convive com ferramentas virtuais desenvolve um sistema cognitivo diferente. (Uhm!)

Uma pesquisa do Departamento de Educação dos Estados Unidos revelou que crianças que usam programas online para aprender ficam nove pontos acima da média geral e são mais motivadas. “É a era dos indivíduos multitarefas”, afirma Carlos Honorato, professor da FIA. Ao mesmo tempo em que estudam, são capazes de ler notícias na internet, checar a página do Facebook, escutar música e ainda prestar atenção na conversa ao lado. Para eles, a velocidade é outra. Os resultados precisam ser mais rápidos, e os desafios, constantes.

É mais ou menos como se os nascidos nas duas últimas décadas fossem um celular de última geração. “Eles já vieram equipados com a tecnologia wireless, conceito de mobilidade e capacidade de convergência”, diz a psicóloga Tânia Casado, coordenadora do Programa de Orientação de Carreiras (Procar) da Universidade de São Paulo. “Usam uma linguagem veloz, fazem tudo ao mesmo tempo e vivem mudando de lugar.” O analista Francis Kinder, de 22 anos, não permanece muito tempo fazendo a mesma coisa. “Quando as coisas começam a estabilizar fico infeliz”, diz. “Meu prazo é três meses, depois disso preciso mudar, aprender mais.”

Um estudo da consultoria americana Rainmaker Thinking revelou que 56% dos profissionais da Geração Y querem ser promovidos em um ano (E quem não quer?). A pressa mostra que eles estão ávidos para testar seus limites e continuar crescendo na vida profissional e pessoal. Essa vontade de se desenvolver foi apontada como fundamental para 94% dos jovens entrevistados pelos pesquisadores da FIA. Os dados refletem a intenção de estar aprendendo o tempo todo. Mas, dessa vez, o professor precisa ser alguém ético e competente.

“Esse ambiente onde qualquer um pode ser desmascarado com uma simples busca no Google ensinou aos mais novos que a clareza e a honestidade nas relações é essencial”, afirma Ana Costa, pesquisadora da FIA. “Não consigo conviver com gente pouco ética ou que não cuida do ambiente onde vive”, diz Felipe Rodrigues, 22 anos, estudante de administração. O sentimento do rapaz é compartilhado por 97% dos nascidos na mesma época, que afirmam não gostar de encontrar atitudes antiéticas ao seu redor, de acordo com os dados da FIA. “Chegou a hora dos chefes transparentes, alguém que deve ensinar. A geração passada enxergava os superiores como seres para respeitar e obedecer. Não é mais assim.”

Mas, além de aprender com os superiores, eles sabem que também podem ensiná-los, em uma relação horizontal. Os jovens modernos funcionam por meio de redes interpessoais, nas quais todas as peças têm a mesma importância. “A Geração Y mudou a forma como nós interagimos”, diz Ana Costa. “O respeito em relação aos superiores ou iguais existe, mas é uma via de duas mãos. Eles só respeitam aqueles que os respeitam, e veem todos em uma situação de igualdade”, afirma.

VIDA PESSOAL EM PRIMEIRO LUGAR § Os sinais mais claros da importância que os jovens dão aos próprios valores começam a piscar no mundo do trabalho. Como seus funcionários, as empresas estão flexibilizando as hierarquias, agindo em rede, priorizando a ética e a responsabilidade. E, se no passado a questão era saber equilibrar a vida íntima com uma carreira, hoje isso não é nem sequer questionado: a vida fora do escritório é a mais importante e ponto final.

Uma oficina sobre carreiras com estudantes da Faculdade de Administração da USP mostrou que a prioridade da maioria deles é ter “estilo de vida”, ou seja, integrar o emprego às necessidades familiares e pessoais – e não o contrário. “A grande diferença em relação às juventudes de outras décadas é que, hoje, eles não abrem mão das rédeas da própria vida”, diz Tânia Casado. “Eles estão customizando a própria existência, impondo seus valores e criando uma sociedade mais voltada para o ser humano, que é o que realmente importa no mundo.”

“VAMOS MUDAR O MUNDO!”
Nos últimos 60 anos, três gerações marcaram época e mudaram os valores e o jeito de a sociedade pensar. Agora é a vez da abusada Geração Y
TRADICIONAIS (até 1945) >>> É a geração que enfrentou uma grande guerra e passou pela Grande Depressão. Com os países arrasados, precisaram reconstruir o mundo e sobreviver. São práticos, dedicados, gostam de hierarquias rígidas, ficam bastante tempo na mesma empresa e sacrificam-se para alcançar seus objetivos. BABY-BOOMERS (1946 a 1964) >>> São os filhos do pós-guerra, que romperam padrões e lutaram pela paz. Já não conheceram o mundo destruído e, mais otimistas, puderam pensar em valores pessoais e na boa educação dos filhos. Têm relações de amor e ódio com os superiores, são focados e preferem agir em consenso com os outros. 

GERAÇÃO X (1965 a 1977) >>> Nesse período, as condições materiais do planeta permitem pensar em qualidade de vida, liberdade no trabalho e nas relações. Com o desenvolvimento das tecnologias de comunicação já podem tentar equilibrar vida pessoal e trabalho. Mas, como enfrentaram crises violentas, como a do desemprego na década de 80, também se tornaram céticos e superprotetores.

GERAÇÃO Y (a partir de 1978) >>> Com o mundo relativamente estável, eles cresceram em uma década de valorização intensa da infância, com internet, computador e educação mais sofisticada que as gerações anteriores. Ganharam autoestima e não se sujeitam a atividades que não fazem sentido em longo prazo. Sabem trabalhar em rede e lidam com autoridades como se eles fossem um colega de turma.

O SENHOR Y
Bruce Tulgan, 42, fundou uma consultoria e se dedica a estudar os jovens que estão entrando no mercado de trabalho. Seu último livro, Not Everyone Gets a Trophy: How to Manage Generation Y (Nem todo mundo ganha um troféu: como lidar com a geração Y, ainda sem edição brasileira), traça um perfil dessa nova geração. * É lenda urbana ou de fato esses jovens não respeitam os superiores?
Tulgan: A geração Y respeita seus superiores, mas não cede de uma hora para outra. Ela não vê as relações em termos hierárquicos. O que eles querem dos chefes é oportunidade de aprendizado, responsabilidades e chances de melhorar o que fazem. Eles querem se afirmar e estão à vontade com os mais velhos – às vezes até um pouco à vontade demais.
 

* Isso é porque eles nasceram no que você chama de “década da criança”?
Tulgan:
Talvez. Essa geração foi superprotegida, educada em uma época em que valorizar a auto-estima e fazer as crianças se sentirem bem era a linha dominante. O resultado foi a criação de uma mentalidade que é uma fonte inesgotável de energia, entusiasmo e inovação que, se não for bem conduzida, pode causar muitos problemas.

* E isso fez com que eles se tornassem mais individualistas?
Tulgan:
Mesmo sendo altamente individualistas e focados nas próprias recompensas, têm uma profunda consciência social, preocupação com o meio ambiente e com os direitos humanos. A maioria tem valores morais muito fortes e tentam viver por eles.

 

 

 

 


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Apresentação Química Ambiental

Hoje teremos a apresentaçao do projeto para a disciplina de Química Ambiental II. A idéia é melhorar uma reação tradicional e suja em algo condizente com os princípios da química verde.
Faremos a síntese de cicloexeno a partir de cicloexanol com a utilização de catalisador de cobre suportado em fibra de carbono ativada (ACF), em substituição ao catalisador ácido, comum neste tipo de reação (E1) que é considerada como “não econômica” em relação a incorporação de átomos dos reagentes.

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Agência de Proteção Ambiental Americana (EPA) e a Disrupção Hormonal

Release date: 11/16/2010

Contact Information: Latisha Petteway petteway.latisha@epa.gov 202-564-3191 202-564-4355

WASHINGTON – The U.S. Environmental Protection Agency (EPA) has identified a list of 134 chemicals that will be screened for their potential to disrupt the endocrine system. Endocrine disruptors are chemicals that interact with and possibly disrupt the hormones produced or secreted by the human or animal endocrine system, which regulates growth, metabolism and reproduction. Administrator Lisa P. Jackson has made it a top priority to ensure the safety of chemicals, and this is another step in this process.

“Endocrine disruptors represent a serious health concern for the American people, especially children. Americans today are exposed to more chemicals in our products, our environment and our bodies than ever before, and it is essential that EPA takes every step to gather information and prevent risks,” said EPA Administrator Lisa P. Jackson. “We are using the best available science to examine a larger list of chemicals and ensure that they are not contaminating the water we drink and exposing adults and children to potential harm.”

The list includes chemicals that have been identified as priorities under the Safe Drinking Water Act (SDWA) and may be found in sources of drinking water where a substantial number of people may be exposed. The list also includes pesticide active ingredients that are being evaluated under EPA’s registration review program to ensure they meet current scientific and regulatory standards. The data generated from the screens will provide robust and systematic scientific information to help EPA identify whether additional testing is necessary, or whether other steps are necessary to address potential endocrine disrupting chemicals.

The chemicals listed include those used in products such as solvents, gasoline, plastics, personal care products, pesticides, and pharmaceuticals, including benzene, perchlorate, urethane, ethylene glycol, and erythromycin.

Also being announced today are draft policies and procedures that EPA will follow to order testing, minimize duplicative testing, promote equitable cost-sharing, and to address issues that are unique to chemicals regulated under the SDWA.

After public comment and review, EPA will issue test orders to pesticide registrants and the manufacturers of these chemicals to compel them to generate data to determine whether their chemicals may disrupt the estrogen, androgen and thyroid pathways of the endocrine system.

EPA is already screening an initial group of 67 pesticide chemicals. In October 2009, the agency issued orders to companies requiring endocrine disruptor screening program data for these chemicals. EPA will begin issuing orders for this second group of 134 chemicals beginning in 2011.

EPA has the most comprehensive mandated testing program for hormone effects in the world. The program is the result of a multi-year effort that includes validation of the science through a transparent scientific review process.

More information: http://www.epa.gov/endo

 

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Parabens

Parabenos (ou parabens, em inglês), são uma classe de compostos orgânicos muito utilizados pela indústria farmacêutica em produtos diversos como os de beleza. Agem como hormônios ou disruptores endócrinos, ou seja, mimetizam o hormônio estrôgenio em nosso corpo, o qual pode causar problemas de saúde. Disruptores endócrinos estão associados com a endometriose[1], infertilidade, câncer de mama e câncer de ovário. E não são somente as mulheres impactadas, mas os homens também são vulneráveis, podendo ser acometidos com câncer de próstata, câncer de testículo e diminuição na contagem de espermas. Todos problemas causados por disrupção hormonal.

Como se prevenir dos parabenos?

Você pode verificar se um produto contém parabenos ao ler o rótulo dos mesmos. Tudo que termina em –parabenos, bem.., é um parabeno. Os mais comuns são seis: metilparabeno, etilparabeno, propilparabeno, isobutilparabeno, butilparabeno e benzilparabeno. Além de serem encontrados em produtos farmacêuticos, também podem estar presentes em comida processada!

Parabenos são usados como preservativos agindo como antimicrobianos. Você pode encontra-los em:

  • Comida processada
  • Altas concentrações em bolos, coberturas de tortas
  • Produtos que contenham carne desidratada
  • Cereais ou lanches a base de batata (salgadinhos)
  • Produtos de higiene pessoal
  • Sabões
  • Shampoos e condicionadores
  • Gel de barbear
  • Cremes e loções
  • Pastas de dentes
  • Cosméticos
  • Tintas de cabelo

[1] Endometriose é uma doença que acomete as mulheres em idade reprodutiva e que consiste na presença de endométrio em locais fora do útero.

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Resolução FUVEST

Amanhã 12/novembro, contando 16 dias para o mais concorrido vestibular do Brasil (será?), farei novamente a resolução da FUVEST 2010 agora no Anglo de Santo André.
Espero que a sala esteja lotada como foi em São Bernardo, onde tivemos cerca de 100 alunos!
Sei o quanto foi difícil conseguir uma vaga na USP após alguns anos esquentando os bancos do cursinho e agora tenho o maior respeito por aqueles que seguem por este mesmo caminho. Fico muito feliz em ajudá-los!

É isso ai, vamos lá e sucesso nessa empreitada!!!

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Most Wanted

Conheça os principais compostos tóxicos que estão presentes em nossos produtos diários.

Procurado:

FTALATOS, A.K.A “Sr. Fofinho”

Acusação:

Redução da contagem de espermatozóides, atrofia testicular, anomalias das gônadas animais machos de laboratório (desrupção hormonal), precisa mais?!

Última vez visto:

Atuando como plastificante e amaciantes em: sua curtina de banheiro, seu carpete de vinil, lubrificantes (não aqueles que vocês estão pensando), shampoo, loções corporais… e assim vai!

*Traduzido do site: http://www.toxiccharacters.org

 

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Selênio

Essa semana nosso grupo de Geoquímica de Ambientes Superficiais (AGG0201) terá de fazer um seminário sobre intoxicação por selênio.

O selênio cujo símbolo é Se, está na família 6A ou 16 da tabela periódica, também conhecida como família dos Calcogênios, vem logo abaixo do enxofre (S). Seu número atômico (Z) é 34 e sua massa atômica relativa (ao isótopo 12 do carbono) é 78,98.

 

 

Ele ocorre na natureza em quatro estados de oxidação: -2, 0, +4 e +6. Em seu estado de oxidação -2, Se acorre como H2Se, um gás altamente tóxico e reativo, que rapidamente oxida na presença de oxigênio. Em sua forma elementar (Se0) é insolúvel e não tóxico, pois não está disponível a plantas e consequentemente a animais. Em seu estado de oxidação +4, ocorre na forma de selenito (SeO32-), que é altamente tóxico. Sob condições redutoras e ácidas, entretanto, o seleneto é reduzido a selênio elementar. Condições oxidantes e alcalinas favorecem a estabilidade da forma +6, selenato (SeO42-), que é possui alta solubilidade (Edmunds & Smedley, 1996). A mobilidade do selênio é, portanto melhor em aquíferos com características oxidantes, embora sua concentração dissolvida pode ser diminuída devido a sua facilidade de sorção em hidróxidos férricos que precipitam sob tais condições.

Uma das fontes primárias de Se são erupções vulcânicas. Por exemplo, Lakin (1973) sustenta que a concentração média de Se em solos do Havaí, que são derivados de material vulcânico, estão por volta de 6-15 mg. kg-1 (ppm). Isso é acentuadamente maior em relação à concentração na crosta terrestre (0,05 mg. kg-1). Selênio possui alta afinidade por matéria orgânica sendo prontamente incorporado sulfetos. Consequentemente o selênio está associado com veias hidrotermais de sulfato e relativamente em altas concentrações em depósitos de urânio. Também podem formar ferroselitas (FeSe2) se presente em concentrações suficientemente altas. Ocorre também em folhelhos orgânicos, carvão e petróleo, em concentrações tendendo de 0,5 a 1,0 mg. kg-1 (ppm). De fato, a liberação anual de selênio decorrente da combustão de carvão e óleo nos EUA é por volta de 3,6 milhões de quilogramas. Felizmente, os compostos de selênio formados no processo de combustão são relativamente insolúveis e assim sendo, pouco disponíveis para plantas.

Em solos pode haver variações de cerca de 0,1 mg. kg-1, para solos deficientes, até 1200 mg.kg-1 para solos ricos em matéria orgânica, como os solos seleníferos, originados de folhelhos betuminosos que ocorrem em certas áreas das Planícies Ocidental dos EUA.

Selênio é um elemento essencial na dieta tanto de animais quanto de humanos em concentrações que variam entre 0,04 e 0,1 mg por dia. Sendo tóxico acima de 4,0 mg por dia. A intoxicação por selênio é menos comum em relação a sua deficiência em animais e humanos, sendo que esta pode causar degeneração muscular, problemas de crescimento, distúrbios de fertilidade, anemia e doenças no fígado (Peereboom, 1985). A doença de Keshan, uma cardiomiopatia crônica, é também relacionada com a deficiência de Se e é encontrada em muitas regiões da China.

Por outro lado, a ingestão de grandes concentrações de 10 mg ou mais por dia, podem causar outros problemas como distúrbios gastrointestinais, descoloração da pele e cáries. A Organização Mundial de Saúde – http://www.who.int/en/- (WHO – 1993), recomenda limites de selênio em águas potáveis de 10 µg. L-1. Entretanto, as concentrações em águas naturais raramente excedem 1,0 µg. L-1. Em altas concentrações, selênio é possivelmente um dos elementos mais tóxicos.

 

Bom, ainda falando em Selênio, a FUVEST 2010 trouxe uma questão falando do tal elemento. Confere ai:

66 Sob condições adequadas, selênio (Se) e estanho (Sn) podem reagir, como representado pela equação

Se + Sn → SnSe2

Em um experimento, deseja-se que haja reação completa, isto é, que os dois reagentes sejam totalmente consumidos. Sabendo-se que a massa molar do selênio (Se) é 2/3 da massa molar do estanho (Sn), a razão entre a massa de selênio e a massa de estanho (mSe : mSn), na reação, deve ser de:

a) 2 : 1         b) 3 : 2         c) 4 : 3         d) 2 : 3         e) 1 : 2

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